Esta é a página de Ficção Especulativa de Rogério S. de Farias - Muito mais que um hobby ou catarse, escrevemos por profissão de fé, por paixão mesmo. Valorizem e reconheçam nosso esforço e dedicação adquirindo nossos livros!...



O Lamento das Trevas: Uma Apresentação


Caros leitores,


Carl Jung, pai da psicologia analítica, ensinou que alguém que consegue sustentar suas ideias que os outros achem inadmissíveis, ficará só, mas ao mesmo tempo não estará só. Não. Ninguém compreenderá a dor que me atravessa como uma lâmina fria, nem oferecerá consolo ao percebê-la — sequer notarão sua existência. Refiro-me a essa angústia particular de caminhar perpetuamente solitário, mesmo quando acompanhado por multidões. Eu transito pelas sombras da noite, imortal das trevas que sou. "Morte total na representação do horror da vida como ela é!" — eis o meu lema, esculpido nas entranhas da minha existência. O Self fala por mim, minha Sombra é um tigre mas eu cavalgo o tigre-sombra, e juntos cavalgamos como se tivéssemos a pele do Diabo.


Sim. A morte e o terror expandem-se como metástases por todos os cantos; ninguém escapa de seus domínios. A vida tornou-se um cemitério — pouco mais que isso, talvez. Do berço ao sepulcro, tudo não passa de terror puro e morte absoluta. Não há esperança significativa, nem mesmo quando o sol rompe as trevas antes do amanhecer. Sou Rogério S. de Farias, eu encarno o terror! Sou o sonhador da morte!


No entanto... um tênue fio de esperança persiste: o Espírito! Se eu conseguisse fazer meu Espírito falar e agir soberanamente, sempre! Comumente, é meu eu mundano e minha alma que se expressam e agem por mim.


Minha Jornada com a Escrita


Sempre escrevi por puro deleite, por êxtase criativo, por paixão incontida. E pouco me importo com aqueles que não apreciam meus textos. Algumas vezes, reconheço, suas críticas encontram fundamento. Aos detratores furibundos: explodam-se em vossa própria ira! Não dou a mínima para vosso ódio estéril!


Sempre escrevi nos intervalos da existência — fins de semana, madrugadas adentro, naqueles raros momentos em que o tempo generosamente se oferece.


Componho roteiros para histórias em quadrinhos. E persisto nesse ofício, aliás, escrevendo-os incansavelmente. Eventualmente, alguma revista generosa os acolhe para publicação. Mas minha verdadeira paixão reside nos contos. Narrativas de ficção especulativa, terror e morte maravilhosa — eis meu território sagrado. Já vendi roteiros e contos para editoras, e experimentei a sensação extraordinária de ter meus escritos comprados. Publico livros como autor independente, mantendo viva minha voz.


Também transito pela não-ficção, mas a ficção é meu lar definitivo. Meu estilo caracteriza-se por uma escrita visceral e imagética, onde cenas intensas de violência e horror conduzem o leitor pelas entranhas do medo e da tensão. Meus enredos desdobram-se em reviravoltas e surpresas, mantendo o leitor cativo até a última palavra. Eventualmente, cometo um poema — não sou exatamente um grande poeta, mas reconheço na poesia uma forma fascinante de manifestar criatividade e sentimento. Deveria cometer mais poemas. Preciso fazê-lo...


Considerações Editoriais


Se alguma editora autêntica interessar-se por publicar meus trabalhos apresentados nesta página, que entre em contato através do "Fale conosco". Contudo, que não ousem aproximar-se as pseudoeditoras que cobram do autor pela publicação e sequer enviam um exemplar de cortesia! Essas não são editoras — são gráficas travestidas. Que ao menos assumam sua verdadeira natureza. Editora que merece este nome remunera seu escritor. Todavia, tolerarei se o editor dignar-se a enviar um exemplar como cortesia, ou se for alguém muito próximo, amigo verdadeiro. É o mínimo que a decência exige. Fora isso, qualquer entidade disfarçada de editora revela-se apenas serviço de enganação e trabalho escravo — ou meros serviços gráficos usurpando identidade alheia, como já frisei.


Considerações Finais


Espero que apreciem nosso site. Um abraço fraterno! E se por acaso nada encontrar que vos agrade, paciência — o cemitério em breve nos acolherá a todos, distantes destes campos de ilusão.


Rogério S. de Farias

O Sonhador da Morte


 

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